quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ainda do PEC:

Com que então, as mesmas medidas de Espanha: "A Espanha esteve ontem em greve geral, com manifestações nas maiores cidades contra a reforma laboral e as medidas de austeridade do Governo de José Luis Zapatero. Ao longo da jornada de luta houve confrontos em diversos pontos do país, com mais de duas dezenas de feridos." (in http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1674584&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%253A+DN-Economia+%2528DN+-+Economia%2529


Então, não eram oposição? Onde estão as alternativas, que foram desafiados a encontrar "Os sociais-democratas garantem que o PSD "nunca rejeitou" discutir um orçamento "que desse primazia ao lado da despesa" e que por isso mantém "essa posição." O PSD considera que as medidas anunciadas pelo governo são "novas e muito duras de contenção da despesa". O PSD sempre impôs como condição para o diálogo que o executivo de José Sócrates fizesse um corte drástico na despesa." ( in http://www.ionline.pt/conteudo/80987-orcamento-psd-abre-janela-viabilizacao ). Neste caso apetece dizer "Se não os podes vencer, junta-te a eles." ou Governa com eles!


"Ernst & Young prevê que a aplicação das medidas de austeridade do Governo  se traduzam numa nova contracção do PIB." (...) " Ernst & Young estima que, caso não tivessem sido apresentadas novas medidas de austeridade, o défice fixar-se-ia nos 8,5% do PIB, 1,2% acima do programado pelo Governo.

Esta diferença de valores no que diz respeito ao défice é explicada, segundo o relatório de previsões da consultora, pelo "aumento das despesas com prestações sociais" e com a "forte probabilidade de as receitas fiscais aplicadas apresentarem resultados desapontantes" "







E que tal a mesma política das SCUT's se aplicasse à saúde? Implementa-se enquanto "o povo" está distraído, à laia de ganho para o Estado com injecção imediata de capital e depois pede-se aos contribuintes que pague-se o que os privados "investiram"/compraram em serviços públicos que seriam constitucionalmente de livre acesso e tendencialmente gratuito - é o que se vai passar com a Saúde. A aplicação da mesma política de parcerias Público-Privadas de financiamento que quando a hora for chegada falará mais alto os interesses privados e teremos novos pagamentos!


«Crise orçamental

Factura das concessões rodoviárias agravada em 48%

António Albuquerque   
30/09/10 00:05

Os encargos com as PPP da Saúde registaram um crescimento de 158,1%, e têm tendência para aumentarem.

O Ministério das Finanças refez as contas aos encargos das Parcerias Público-Privadas (PPP) para este ano e a factura das concessões rodoviárias passou para 700 milhões de euros, mais 227 milhões de euros face ao valor que estava previsto no início do ano.

O montante obrigou, o Ministério liderado por Teixeira dos Santos a uma revisão das estimativas dos encargos financeiros totais para 2010 na ordem dos 888,8 milhões de euros, tendo como contrapartida um investimento global de 32,5 mil milhões de euros, revela o último relatório sobre PPP da Direcção-Geral do Tesouro.

Mas a pressão sobre as contas públicas das Parcerias Público-Privadas já não é uma exclusividade das rodoviárias, uma vez que os encargos no sector da Saúde registaram um crescimento de 158,1%, apesar dos valores serem pouco superiores a 180 milhões de euros. Mas como dá conta o documento, neste momento, neste sector económico, estão mais quatro parcerias em fase de concurso ou lançamento.  »



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